terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Anais da História - Curiós famosos: Gaiola Preta, Guardião, Soberano, Miramar, ente outros. Grandes Curiós raçadores do passado, que deixaram sua genética espalhada pelo Brasil.



CURIÓ "GAIOLA PRETA"

Meus caros amigos curiozeiros, por muitos anos ouvi falar do Curió "Gaiola Preta", não o conheci,  e o  pouco que soube dele foi através de passarinheiros que o conheceram e me relataram que foi um curió que deixou espalhado sua  excelente genética por vários estados brasileiro, entrando para os anais da história como o maior raçador do Brasil. 
Para redigir este artigo, eu colhi relatos de curiozeiros que o conheceram e através de consultas em outros artigos escritos na epóca em que "Gaiola Preta" estava no auge de sua plenitude.

O Curió "Gaiola Preta" nasceu no ano de 1976, filho de um curió mateiro com a fêmea de nome "Santista", na cidade de Botucatú-SP, na Rua João Passos, em um viveiro, na casa do Sr. Agenor.  O Curió "Gaiola Preta" foi batizado com esse nome nada elegante, em virtude de seu pai viver em uma gaiola  de cor preta,  por  esse motivo, colocaram este nome.
O Curió "Gaiola Preta" faz parte de um seleto grupo de curiós que fizeram história e deixaram sua genética espalhadas por este Brasil afora nos últimos 30 e tantos anos.
Fazem parte desta galeria, que deixaram a genética inserida em muitos curiós de hoje, uma legião de curiós,  que além do "Gaiola Preta", também os Curiós "Soberano", "Matuto", "Maravilha",  "Miracatu",  "Xodó",  "Mirante", "Guardião", "Miramar" e  "Xamego", os quais pouco registro escrito sobre eles existe.
O Curió "Gaiola Preta" foi considerado, sem dúvida, um dos maiores "raçadores" de todos os tempos.  Possuiu a fantástica capacidade de passar suas caracteristicas genéticas aos filhotes por quase três décadas.
Por mais de 20 anos o "Gaiola Preta" pertenceu ao Sr. Hermínio de Botucatú-SP. Nunca se destacou em torneios porque seu proprietário não se interessava em participar.  O Sr. Herminio costumava emprestá-lo para seus amigos galarem suas fêmeas de curió, e entre esse  amigos, um deles era o Dr. Antonio Seconha, de Botucatú-SP, o qual com a fêmea de nome "Esperança" tirou vários filhotes, entre eles : Os Curiós "Amanhecer",  "Entardecer" e "Estrela da Serra", sendo que este último pertence ao Sr. Antonio Pereira, de Botucatu-SP.
Contam os curiozeiros que conheceram o Curió "Gaiola Preta" que em uma das vezes que foi emprestado, ficou no meio de vários Canários da Terra, mesmo assim, na plenitude da forma, passava 30 cantos.
Tal pai, tal filhos, o Curió "Gaiola Preta" gerou excelentes filhos conhecidos e famosos, entre eles:
O Curió "Tilim" um exepcional curió galador;  o Curió  "Matuto", Considerado o mais refinado, filho do  Curió "Gaiola Preta" com sua própria mãe (Santista). Por mais de 12 anos o Curió "Matuto" foi de propriedade do Sr. Odair de Jundiaí-SP, onde gerou mais de uma dezena de filhotes que se saíram excelentes repetidores que passavam muitos samaritás: são les os Curiós "Limoeiro",  "Timoneiro",  "Goiano",   "Albatróz", Navegante", "Resplendor", "Caxingui",  "Bethoven" e  "Pavaroti".
Durante seus 22 anos  que ficou com o Sr. Hemínio, o Curió "Gaiola Preta" recebeu inúmeras propostas de compra, porém nunca se interessou em vendê-lo. 
O Sr. Luiz Negrisoli (paulista que reside em Rio Branco-AC)  já estava pesquisando sua raça e procurando descendentes dele, contactou com o Sr. Hemínio sobre a possibilidade da venda. Como o Sr. Hemínio estava bastante ocupado com seus afazeres profissionais e vendo que o Sr. Luiz se interessava por ele para poder manter sua genética viva, depois de pensar,  juntamente com a esposa, concordou em vendê-lo.
O Sr. Luiz tirou três filhotes com ele. Um deles não deu repetidor e não cantava bem, porém já tirou filhotes repetidores e de bom canto. O Sr. Luiz tentou repetir suas cruzas para chegar o mais próximo possível do pai. O Sr. Luiz também trabalhou para difundir a modalidade de canto praia grande na região de  Rio Branco-AC.
Os curiozeiros que conheceram o Curió "Gaiola Preta" contam que depois que estava com Sr. Luiz,  ele sofreu um acidente, quando foi atacado por um rato e teve seus dedos mordidos,  e por esse motivo tiveram de amputar.
O Curió "Gaiola Preta" até mesmo no dia de sua morte se portou fora de série e sensacional. Relatos do Sr. Luiz,  que no dia 22 de outubro de 2005, um sábado, "Gaiola Preta" galou uma fêmea, filha de Miragem e Safira, as 06:00 horas da manhã, ás 11:00 horas o Sr. Luiz ainda o viu cantando na prateleira das fêmeas no criadouro. Às 12:00 horas, quando o Sr. Luiz foi fechar  a porta do Criadouro para ir almoçar, constatou que o Curió "Gaiola Preta" havia morrido. Deixou quatro fêmeas galadas com nove ovos cheios. 
O Sr. Luiz se sentiu feliz e satisfeito por ter sido proprietário deste extraordinario Curió. Através dele, o Norte do Brasil, Estados do Acre e do Pará,  ficaram conhecidos no meio dos criadores de curiós de canto praia grande. Todos os anos  criadores de curió tiram filhotes que encartam cantos praia grande clássicos e repetidores. Na cidade de Belem-PA, o Curió GP-20, filho de "Gaiola Preta" fez sucesso gerando vários filhotes encartados e repetidores. O Curió GP-01, filho de ("Gaiola Preta" X "Fêmea Mateira")  transmitiu a raça,  deixando espalhada a genética para mais de 50% de seus filhotes.
Não há registro do dia e mês de nascimento do Curió "Gaiola Preta", só que nasceu no ano de 1976 e faleceu em 22 de outubro de 2005,  portanto em 29 anos de vida, fez história e  deixou sua genética espalhadas por vários estados brasileiros, inclusive o seu curió ou seus curiós que você possui hoje, podem ter herdado genética desse notório e extraordinário curió raçador.

Vilson de Souza


CURIÓ "GUARDIÃO"

Vários curiozeiros anseiam pelas informações à respeito da história deste conhecido pássaro e como eu tenho vários amigos que o conheceram bem essa genética e já tiveram inclusive o pai do guardião em seu plantel, resolvi fazer uma rápida pesquisa e apresentar  a história do Curió "Guardião". Como disse, foi uma pesquisa rápida junto aos amigos do dia a dia e não houve tempo hábil para conversar com cada um dos ex-donos e aprofundar a matéria. Assim sendo, tomo a liberdade para complementar algumas informações, que porventura possam não expressem a realidade.
 
Conta o Sr. Pedro, morador da cidade de Osasco-SP, região da Grande São Paulo, que o Pirracha, Pai do  "Guardião", nasceu no plantel do italiano, também morador dessa cidade. Esteve em sua casa (casa do Sr. Pedro) recebendo cuidados até a fase do desmame e retornou para o plantel do italiano, lá ficando até a fase adulta. Diz o Sr. Pedro, demonstrando conhecer muito bem a história, que o Pirracha foi um pássaro de poucas notas no canto, mas de muitíssima repetição. Conta que o Italiano tinha outros curiós de canto paracambí e achava que o Pirracha tinha assimilado algumas notas desse canto, mas os amigos acham que de fato isso não aconteceu. Ainda na cidade de Osasco-SP, o pai do "Guardião" esteve no plantel do Zinhão e do Gilmar, que o levou para a cidade de Botucatú-SP, onde mora seu irmão Silvio. Relembro aos amigos que, nesta cidade de Botucatu,-SP foi onde o curió “Gaiola Preta” deixou o maior número de filhos. Foi também em Botucatú-SP, que nasceram outros grandes curiós que se destacaram no canto Praia Grande Clássico, como por exemplo, o Curió "Senador", o Curió "Samurai", etc... Voltando ao assunto sobre o "Guardião", no plantel do Sr. Silvio, o Pirracha ficou por alguns anos e lá cruzou com várias fêmeas, entre elas uma fêmea filha de (Senadora X Gaiola Preta), de onde nasceu o "Guardião". Destacou-se ainda pardo, quando veio para São Paulo para o Sr. Neri, já cantando o Praia Grande Clássico. Devido ao seu belo canto e alta repetição, despertou logo o interesse dos grandes criadores de curiós de canto Praia Grande Clássico da região. Esteve com o Sr. Alfredo da cidade de Guarulhos-SP, com o Sr. Dário na cidade de Jundiaí-SP, com o Sr. Dimas na cidade de Pouso Alegre-MG.
Grande Raçador, por onde passou mostrou que a sua genética é dominante, deixando sempre filhos e netos que se destacaram no Praia Grande Clássico.

Escrito por Geraldo Ribeiro dos Santos



CURIÓ "SOBERANO"

Linhagem que ficou conhecida principalmente devido ao  Curió Soberano 306 do shoiti, e também do 307 do jair, entre outros filhotes.
 
Relato do Sr. Edgard - Campinas-SP:
 
Caros Amigos, muitas histórias tenho ouvido a respeito da origem do Curió "Soberano". Nunca quis entrar nas polêmicas ouvidas, pois sabia que eram formalizadas por interesses particulares, se não comerciais, a fim de valorizar determinadas criações. Contudo, agora. um grupo de amigos demonstram interesse em conhecê-la verdadeiramente, com o objetivo sanar dúvidas e firmar a real origem de seus plantéis.
Fui o primeiro dono do "Soberano Velho", ainda em sua primeira muda para preto, pois o adquiri, juntamente com um seu irmão, por parte de pai, por 10.000,00 cada um, não me recordo se cruzeiro ou cruzado na década de 70, provavelmente em 1977 ou 1978, aproximadamente quando o IBAMA emitiu a Portaria que obrigava o anilhamento dos curiós com aquelas anilhas abertas. Foi adquirido pardo do amigo Pedro Valarim, de Tupã-SP, que os havia adquirido, o "Soberano" e o irmão, do amigo Ferreti, de Presidente Prudente-SP, curiozeiros e  um dos melhores gaioleiros que já conheci. Em minhas mãos, ainda na muda para preto, depois de completá-la tornou-se meu galador principal. Tive também como criador naquela década, emprestado do amigo Pedro, outro curio, o Curió "Porco", que
havia sido adquirido pelo Pedro, se não me falha a memória em Santo Andre-SP, sendo um Praia Grande, excepcional curió repetidor. Com o Curió "Soberano Velho", que era um curió de um canto, com abertura em quase "tos", fiquei até principio de l984. 
O Curió "Soberano" foi criado pelo Amigo Ferreti, e era filho de "Ratinho" com "Paulista". Mesmo nas minhas mãos já demonstrava ser um ótimo raçador. Antes da minha mudança de Tupã-SP para Campinas-SP, em abril de l984, fui obrigado a vendê-lo, pois ia morar em casa alugada e sem espaço para mantê-lo junto com outros curiós, filhos seus, do "Porco", etc., tendo em vista a sua abertura de canto.
Assim sendo vendi o Curió "Soberano Velho" para um passarinheiro de Marília-SP, sendo adquirido quase que imediatamente pelo amigo Antonio Carlos de Tupã-SP. O Antonio Carlos criou com o Curió "Soberano" de 1984 até a sua morte, ocorrida aproximadamente em 1994, dois ou três anos após o Antonio Carlos haver me emprestado o Curió "Soberano" por uns dois meses, pois voltei a criar com ele, emprestado de 15 de novembro à 15 de dezembro de 1991.  Devolvido ficou cego, morendo algum  anos depois. Esclareço que o "Soberano" foi anilhado com anilha aberta de número 2.804 e o seu irmão, por parte de pai, o Curió "Segredo" com o anel 2.806, ambas anilhas abertas.
Nessa época o amigo Antonio Carlos possuia, entre outras a fêmea "Maninha", mãe dos curiós que foram do Pinho e do Roberto, este de Herculândia-SP, os outros provavelmente sejam das fêmeas "Vermelhona", "Serpentina", etc.
Apesar de tudo que foi relatado é inquestionável que  a projeção da raça "Soberano" ocorreu, primordialmente a partir de um de seus filhos, o Curió "Soberano-Filho", do Roberto, principalmente por que houve, já a partir da década de 1990 uma maior facilidade de criação e comunicação entre os criadores.

Relato do Sr. Edgard - Campinas-SP
 
Fonte: www.aope.org.br


CURIÓ "MIRAMAR"

Retirado do grupo curió torneios e genéticas.
 
O Curió "Miramar" foi um pardo comprado no Km 14 de Pedro Taxes, litoral Sul de São Paulo, por alguém que não sei quem foi (Não foi criado na região de Ribeirão Preto-SP), posteriormente adquirido pelo Pedrão (conhecido como Dr. Pedro), tendo em vista a roupa branca que usava nos torneios, pois era um funcionário de saúde, se não me engano, de um Posto de Saúde em São Paulo, onde morava no Bairro Santa Cecília. No inicio pensei que o Dr. Pedro fosse de Campinas-SP, estava enganado. Uma de suas primeiras apresentações, se não a primeira, foi no segundo ou terceiro torneio de Araras-SP. Ele foi comprado, pelo Pedrão, como já disse do  vulgo "Boi" (Reinaldo Jacintho de Souza) de Ribeirão Preto-SP. Foi um dos maiores repetidores da época, ganhava de muitos outros curiós, melhores de canto, em razão de número de repetições, que era muito valorizada na nota final nos torneios.
Não era um clássico dos tempos modernos. O Pedrão criou com ele. As fêmeas naquela época não eram valorizadas. A introdução da sua genética nesta região se deu basicamente através do curió "Sete", seu filho, do Garoni de Jundiaí-SP. Este Curió "Sete" também foi um grande repetidor. O "Boi", ou Reinaldo Jacintho de Souza foi dono, também, do "Xodó", inclusive com disco de vinil de l976. Acabo de saber que um dos maiores preservadores desta raça, do "Miramar", é o Isair de São Paulo-SP, que faz parte deste grupo.
Com intuito de melhor esclarecimento, sempre com a as melhores das intenções e humildade, desprovido de espírito de competição, mas com a intenção de compartilhar conhecimentos, e acho que é esta a principal razão do grupo, sem querer polemizar e respeitando naturalmente as opiniões contrárias, venho esclarecer o seguinte: Segundo relatos de pessoas de conheceram o curió "Miramar", este não tinha nenhuma das características de um Km 14, que se caractizava por uma voz cheia, grossa, com as batidas típicas de um praia (Tué Tué) e com o famoso "flat" (gancho ou ligação – te té). E por causa destas características, era chamado de corneta ou corneteiro. E por isso o curió "Miramar" podia ser de qualquer lugar, menos desta região da Praia Grande-SP. A época, em um torneio na cidade de São Paulo-SP, onde os juízes eram os Srs. Wandick, de Santos-SP; Joaquim Português e Haroldo, (provavelmente, e com a graça de Deus, os três  ainda estão vivos), este curió foi desclassificado, pois tinha todas as características de um central, com batidas e o estribim de Paracambi. O curió "Xodó", este sim era proveniente da cidade de Itariri, litoral sul do Estado de São Paulo. E saiu de Santos como um grande repetidor, porém, tinha um canto mateiro, com passagem do lugar de sua origem, e adquiriu seu canto melodioso, com voz cheia e andamento lento em São Paulo-SP, onde foi rebatizado com seu novo nome de "Xodó", pois aqui tinha o nome de "Rock Roll". Espero ter naturalmente acrescentado algo as discussões, porém, sempre no aguardo de novas participações, e claro que fica a porta aberta para opiniões contrárias.
Conheci também o Curió "Miramar" e conversei com pessoas que também conviveram com este pássaro, inclusive tiveram em seus criadouros filhotes e descendentes. Essas pessoas são o Odair, de Jundiaí-SP e o Salvador Armud, também Juiz do canto clássico naquela época e que chegou a julgar em algumas oportunidades esse curió, e o Garoni, que através do Odair, soube ter sido dono do Curió "Sete", filho do "Miramar". A origem no km 14 me foi prestada pelo Salvador, que conhecia muito bem o "Boi" e o Pedrão. Apesar disso, tendo em vista que vivemos ou vivíamos em regiões muito distantes da origem do Curió "Miramar". E você nessa região maravilhosa, não só quanto à natureza, mas também pelos pássaros produzidos auxiliado pelos seus amigos que conviveram com esses cantos regionais, não posso deixar de dizer que acrescentei conhecimentos importantes com a sua precisa descrição. Das nossas informações, certamente o Caíto saberá retirar o que interessa para a formação do seu trabalho quanto ao  Curió "Miramar", pelo menos o mais próximo da realidade. Faço parte há pouco tempo desde grupo, mas já pela nossa experiência de vida, sabemos quando as pessoas estão querendo
somente colaborar e não polemizar, como é o meu caso e o seu. Não gostamos certamente que a verdade seja modificada. Participo com as informações que tenho anotadas, por estas insisto e discuto, assim como as que presenciei. Mas aquelas informações obtidas de terceiros, por mais respeitados que sejam, mesmo por que esses terceiros, podem ter obtidos dados de outros e, assim, não podemos culpá-los; estão, também, dizendo a verdade que conheceram.

Escrito por Edgard - Campinas-SP - Criadouro de Curió Soberano.

Fonte: www.aope.org.br

4 comentários:

Criadouro novo horizonte 065 9955 6183 disse...

Sou proprietário do criadouro novo horizonte em tangara da serra MT e dando uma olhada no blog estive verificando a grandiosidade e a beleza dos vídeos postados e muito bom mesmo
Tenho um blog http://curiodefibra.blogspot.com
Publica meu link

oliveira josé disse...

A história mais bonita e grandiosa é do curió Gaiola Preta,isto é inquestionável.

oliveira josé disse...

Gostaria de acrescentar que São Paulo é a terra do Curió canto praia,mas Rio de Janeiro e Minas Gerais deveriam ter compromisso com o canto Paracambi e Paracambi s.José,coisa que não acontece.Estamos num País democrático e cada criador tem a liberdade de escolher criar curiós com o canto que gosta.Em outras palavras se pode criar Curió praia em qualquer parte do Brasil,independente da origem desse canto,isso é uma coisa.A outra coisa é que cada Estado tem a obrigação de preservar e dar continuidade ao seu canto regional.Assim Rio e Minas seria prioridade para o canto Paracambi.Santa Catarina seria canto Floirianópolis,Nordeste,canto Vi-vi´te´téu e Vô-vô,viu.E assim por adiante.
Que se crie curiós com canto praia quem gosta,mas que se preserve os cantos regionais.
Essa postura deveria ser divulgada e seguida.Parabens aos criadores que criam e priorizam seu canto regional.

oliveira josé disse...

Falei anteriormente que a História mais bonita e grandiosa é a história do Curió Gaiola Preta.De fato foi a história com maior riqueza de fatos,mas gostaria de acrescentar que a História do Curiós Ana Dia foi notável também.Então retifico dizendo:"As Histórias mais bonitas e grandiosas foram dos Curiós Gaiola Preta e Ana Dias.

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